Me apeguei de uma forma intensa, rápida e traiçoeira
E passei a te querer com ternura.
Quando de longe acenaste possibilidades
Minha prudência foi embora
E passei a desenhar flores, contar o tempo e sorrir ao acaso.
Nosso encontro: tão encantador quanto improvável...
Não há expectativas,
Mas confesso que meus pés não estão totalmente no chão.
O que devo fazer?
Outras histórias nos atravessam,
Tantas coisas são prioridade...
E ainda sim me vejo ligeiramente encantada.
Silenciosamente aguardo tua chegada
E secretamente desejo tua entrega.
A história? Estamos escrevendo....
As futuras lembranças da beleza desse momento
Atenuarão qualquer sofrimento.
by myself
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Quero sim aliviar esses pensamentos
Esse sorriso esconde tanta dor....
Fecho os olhos para não sentir
Mas as ausências me flagelam...
Quero me tornar invisível,
Mas será que já não sou?
Desejo tanto a liberdade
De estar descalço,
De caminhar sem ter lugar para chegar.
Preciso das palavras...
Já que continuo presa nesse corpo.
Nenhuma certeza me visita
Nenhum consolo me alcança
Agora percebo que este corpo é meu jazigo
Por isso esse silêncio ao meu redor.
By myself
Esse sorriso esconde tanta dor....
Fecho os olhos para não sentir
Mas as ausências me flagelam...
Quero me tornar invisível,
Mas será que já não sou?
Desejo tanto a liberdade
De estar descalço,
De caminhar sem ter lugar para chegar.
Preciso das palavras...
Já que continuo presa nesse corpo.
Nenhuma certeza me visita
Nenhum consolo me alcança
Agora percebo que este corpo é meu jazigo
Por isso esse silêncio ao meu redor.
By myself
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Lembro-me dos sonhos
aqueles cheios de vida e esperança
que agora jazem em frente ao espelho
e refletem e semeiam tristeza.
Palavras inacabadas, mudas, sem expressão
trancam-se e agonizam dentro de mim.
Queria ter coragem
sair desse corpo que me aprisiona,
e sentir, e experimentar
ser e fazer outras histórias.
aqueles cheios de vida e esperança
que agora jazem em frente ao espelho
e refletem e semeiam tristeza.
Palavras inacabadas, mudas, sem expressão
trancam-se e agonizam dentro de mim.
Queria ter coragem
sair desse corpo que me aprisiona,
e sentir, e experimentar
ser e fazer outras histórias.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
a piração mais esperada...
Móveis Coloniais de Acaju em Belém...e foi assim...sai de mim...e a música me levou a um mundo onde nem precisava saber meu nome!!
" Seja lá onde for / Deixa o Sol te levar
Tira o lar do lugar vem pra cá
Sem ter luz ou luar / Siga o brilho
que for / Te guiar só pra cá, meu amor"
Assinar:
Postagens (Atom)